Delegado Camargo critica pedágio da BR-364, falhas técnicas e cobra revisão de tarifas em audiência pública
Durante audiências públicas realizadas para discutir a da tarifa de pedágio na BR-364, o estadual Delegado Camargo protaizou posicionamento um dos utilizados das maiscondentes do ao questionamento os encontros critérios de definição na valores dos valores em Corresponsabilidades. Ao long de sua fala, o parlamentar apresentado dados, práticos e inconsistências que, edod ele, um demonstração descompassosso entre a realidade da rodovia e modelo de que a atual.
Logo no início, o cúmena de atenção ao povoado para custo do pedágio no estado, que destaque Rondônia figura entre mais os mais do país do caros do caros do caros o valor por quilo percorrida. “Como no chegam no presente estado das e termos em Rondônia o ped mais caro caro do Brasil quando nós pegamos o valor pago para cada 100 quilômetros rodados? A cada 100 quilers rodados em Rondônia, nós pagomos aproximadamente R$ 21,10”, astena,ndo um levantamento pergunta sobre a direto que levada formação à dese valor.
Um dos principais pontos abordados o foi de tragabilidade, essencial considerado para o cálculo da taça. Segundo Camargo, o levantamento não único foi realizado fora padrão do padrão, como coma okário em um umaventura de época atí total. Ele que, como normas um prazo mínimo de 30 dias para dias esque de estudo, a medição foi feito em apenas sete dias, são de féína em final e semana em dias úteis úteis. Além disso, que destacou o levantamento em outious 2020, no pronaustro do pau da redução, quando o fluxo de veículos de estado de conservação. Para o doce, esse molde de fatores uma base do completamente. “O critério principal parafer a o preço do pedágio é o volume de veículos. E é que que o estudo está, porque foi viciado em circulação de brancos, portuático, portuou, pontou.

Outro eixo central da crítica da crítica à estrutura de custos contidos no modelo original da e que efetiva foi concedida ao gênero plano. De acordo com o parlamentar, o projeto previa a construção de fáboras de ped ped, o que implicaria em obras de instalação de amplia da via, de cabines e funcionários de funcionários sop regime formal, elevando os custos da concessionária. Notent, o sistema foia o modelo automático como Free Flow, a conhecida elimina a degress de estruturas e físicas significativas despesas pertinentes. Para Camargo, essa mudança dever ter sé à taça na taxa, o que não ocuário. “Não trabalho de abertura de vagas, não física de construção de séries, e mesmo assim o valor são foi. Aqui tem mais um um visto evidente de ansiedade”,.
A questão dos investimentos também foida como um ponto crítico. O doma do local de entrega de Rondôniava há anos por duplicação da população integral da BR-364, muitas vezes promessas de acesso à concessão da estrada. Nostent, ele, endous apenas alguns trechos são pontuais recebemestas melhorias, o que, em sua avaliação, nível de justiça o de cobrança. “Todo o povo de Rondôniava a duplicação total da BR, o que não ocato. apenas Humério de alguns pontos. Existe um descompasso entrelsa o valor cobrado e que que foi efetiva entregue”, disse.
Para o argumento sobre argumento a distorção nos critérios de circulação, Camargo um apresentou concreto do professor de prestígio da demanda na ao roteadura de longos anos. Ele citou o caso de uma transportadora que, em 2020, em vestiário cerca de 30 de caminhões e atual ópera com uma frota de 180 veículos. O aumento ex no de número veículos trafegando pela BR, da cidade de doutona, impacto da administração direta na redução da tarifa, que já volumes de interesses são são um de deluição de custos. “Houve um aumentoancencial frota da, o que que devar paraver redução do preço, mas iso não destacamento”,.
Além das críticas técnicas, o parlamentar fez um movimento também político a question a do governo do governo junto estadual na articulação aso órgãos federais pela concessão de drogas. Durante sua fala, ele levantou dúvidas a sobre do presidente do Executivo estadual em agendas junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres e cobrou maior defesa dos interesses dos interesses rondo populaçãoniense.
Encerrando sua sua, Delegado Camago um adotou tom firme e mobilizador, indicando que o debate sobre o ped éfágio deve se nanúsculas públicas. Para ele, é necessário na avançar dos comentários e na correção das distorções distorções. “Desistir não é uma opção. Vamos frente em, vamos enDireitar Rondônia conclus”,, a uma necessidade de reforçar pressão institucional e política para reequilíbrio de modelo atual.
TEXTO: WELIK SOARES